SOBRE O BLOG

O "difetende do diferente comum" nada mais é do que o "comum diferente".
Espontaneidade e simplicidade na forma de escrever, livre do cárcere tendencioso do modismo. Se destacando e fazendo a diferença pelo conteúdo e pela qualidade, não pela excentricidade ou pela ousadia desmedida.
Sem seguir tendências ou modas,
(humildemente) falamos e opinamos sobre os mais diversos assuntos. Criticamos, elogiamos, aconselhamos, criamos, inventamos, compomos e etc.
Somos o tão raro simples, o comum diferente do diferente comum. A alternativa além do, ja clichê, alternativo.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Serviço Militar

No Brasil, como todo mundo sabe, quando o jovem do sexo masculino deve se alistar em uma das forças armadas, no ano em que completa dezoito anos. Até ai tudo bem, tudo bem? Como assim deve?

É não é nenhuma novidade que a legislação obriga o homem a fazer isso. Isso começou na época das capitanias hereditárias, e foi aprovado nos tempos de império. O problema é que a república chegou, criamos mais liberdade através da democracia e esse fato não mudou.

Quando o sujeito se alista realiza uma breve entrevista, na qual é perguntado se deseja prestar serviço militar. Até hoje ninguém sabe qual a finalidade dessa pergunta, pois durante todo processo de seleção eles repetem a questão e acabam servindo muitos que desde o início responderam não. Tudo bem que existe bastante gente que não quer apenas para não abandonar a vadiagem. Mas há também pessoas que trabalham, estudam ou fazem qualquer outra coisa mais importante que passar um ano lá se exercitando.

Essas pessoas que são obrigadas a servir passarão todo tempo contra sua vontade, enquanto outros queriam estar no lugar delas ficam fazendo nada, ou imaginando como seria servir a pátria. E se o Brasil entrasse numa guerra, é o mandato de Lula acaba em 2010 (e junto com o presidente carismático vai a camaradagem e a simpatia do país amigo de todos), o nosso exército está bem preparado?

Com soldados na batalha contra sua própria vontade, com pessoas que dariam tudo, até mesmo a vida pela pátria em casa. Como dizia Thomas Edison “Gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. Então o quanto o jovem que deixou a faculdade pra servir a pátria, esta disposto a transpirar? Com toda certeza menos que o outro que desde o principio desejava ser um militar.

O critério usado na seleção só um militar pode responder, mas com certeza a vontade do alistado não é muito levada em conta (exceto quando ele é filho de alguém com patente elevada por lá). Jovens que estudam a vida inteira para serem aprovados no vestibular são levados pela obrigatoriedade da lei a perderem um ano de sua faculdade. Deixam de se formar com sua turma inicial, perdem o ritmo de aprendizagem e muitos até acabam deixando a universidade.

Sim, vivemos num país democrático e temos autoridade sobre nós mesmos, mas quando o jovem faz dezoito anos, isso não é lembrado. Tanto que se ele servir o exército não tem direito de votar, caso seja ano de eleição. Então o que se pode fazer é se contentar e enfrentar o “problema” de frente, torcer para não ser escolhido ou ser escolhido, pois tudo está nas mãos do exército, mesmo que o militarismo tenha acabado. Acabou mesmo?

5 comentários:

Anônimo disse...

Olá pessoal, muito bom o Blog de vocês! São bastante criativos e têm opiniões fortes e bem formadas.
Espero que as postagens sejam mais freqüentes abraços

Juliano Dravanz disse...

e bem a realidade isso mesmo, pois estou passando por isso neste momento ¬¬

Alemão Valadão disse...

Valeu os comentários \o

Poderíamos postar mais seguido. Optamos por, no começo, não publicar com tanta frequencia pra dar tempo de mais pessoas lerem os textos. É difícil fazer as pessoas lerem, ninguém ta nem aí
:P pasakposkaps
conforme as pessoas forem gostando do blog (espero que gostem) e forem criando o hábito de lê-lo, iremos postando com mais frequencia.
A idéia é conquistar leitores primeiro :D
E obrigada pelos elogíos, sr. anônimo, pretendemos contiuar com a criatividade e as opiniões fortes! \o

abraço pra quem comenta :P

Anônimo disse...

"Quem quer paz tem que estar preparado pra guerra."

Alemão Valadão disse...

Concordo com esse anônimo aí também! Mas o A. Garcia não concorda :P
Divergência e pluralidade de opiniões, essa é a democracia, e assim deve-de ser. \o